Didierea madagascariensis (Baill.1880) Inicialmente formada por um único caule cereiforme, com o tempo ramifica e adquire porte arbóreo, podendo atingir até 8 metros de altura. Está densamente povoada de espinhos, de formas irregulares e frequentemente ramificados. As folhas são algo carnudas e alongadas. A floração é muito abundante, embora de pequeno tamanho e de cor clara. Não tolera o frio. Requer regas moderadas e solos bem drenados. Etimologia: Em referência a que procede de Madagascar.Procedência: Madagáscar, perto da costa sul em solos arenosos.
Didierea trollii (Capuron & Rauh1961) De porte arbustivo, pode atingir uma grande área, embora geralmente não ultrapasse os 50 cm de altura. Numa primeira fase, os caules jovens crescem de forma quase rasteira e, posteriormente, dão origem a caules verticais mais grossos. É composta por caules cilíndricos com pequenos tubérculos e, no topo de cada um deles, um conjunto de espinhos muito afiados acompanhado por várias folhas pequenas, ovais e estreitas, que caem no verão se as temperaturas forem suficientemente altas. Não tolera o frio. Etimologia: Em homenagem a Wilhelm Troll (1897–1978), professor de botânica.Procedência: Madagáscar, floresta espinhosa do sudoeste da ilha.